Ciência, Imagens

‘Borboleta espacial’ capturada por telescópio

Esta é uma bolha de gás, conhecida por NGC 2899 – localizada entre 3 mil e 6,5 mil anos-luz de distância da Terra, na constelação da Vela -, em novo registro feito pelo Very Large Telescope (VLT) – do Observatório Europeu do Sul (ESO). O objeto, que se assemelha muito a uma ‘borboleta espacial’, nunca havia sido fotografado com detalhes tão impressionantes como agora.

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A ideia era registrar o cometa Neowise… não deu certo. Mas, a noite desta sexta-feira (24) não passou em branco: rendeu vários registros de constelações – Sagitário e Escorpião -, planetas – Júpiter e Saturno – e até o centro da nossa galáxia, a Via Láctea – o que sempre imaginei ser impossível de registrar, exceto em lugares sem qualquer iluminação artificial por perto.

E, a pedidos, vou compartilhar alguns dos melhores registros com vocês, aqui no Blog do Maurício Araya. Desfrutem… 😉

Imagens

Alguns registros de estrelas, planetas e do centro da Via Láctea

A ideia era registrar o cometa Neowise, mas a noite rendeu vários registros de constelações, planetas e até o inimaginável.

Galeria

Há cerca de uma semana, os telescópios Astronomical Roentgen Telescope X-ray Concentrator (ART-XC) e eROSITA – cooperação entre as agências espaciais russa, Roscosmos, e alemã, DLR – completaram a varredura do céu em raios-X, um novo e rico mapa da Via Láctea. Os equipamentos vêm captado dados há, aproximadamente, um semestre, e fez descobertas além do resultado descoberto por outros telescópios. Cientistas russos processam dados de um lado do céu, e os alemães, com análise de fótons de raios-X, fizeram a varredura da outra metade.

O mapa inclui as primeiras imagens detalhadas em raio-X de gases quentes da Via Láctea, e o registro de buracos negros, estrelas binárias, etc. No coração da nossa galáxia, existe um buraco negro super massivo – conhecido como Sagitário A* – com uma massa de 4 milhões de vezes o Sol. Pontos azuis do mapa representam um grande número de fontes brilhantes e poderosas de raios-X.

Um milhão de fontes de raio-X foram registrados no mapa. Fenômenos como estrelas de nêutrons se fundindo, estrelas sendo engolidas por buracos negros e áreas de gases extremamente quentes, berçários de estrelas, também estão registradas pelo trabalho dos russos e alemães.

Para se ter uma ideia, a imagem é 4 vezes mais aprofundada que trabalhos realizados anteriormente, com 165 gigabytes de dados de todas as 7 câmeras.

Foto: Roscosmos

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Telescópios completam mapa de raios-X da Via Láctea

Equipamentos vêm captado dados há, aproximadamente, um semestre, e fez descobertas além do resultado descoberto por outros telescópios.

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Astrônomos descobriram evidências de vários – na escala de milhares – buracos negros localizados perto do centro de nossa galáxia, a Via Láctea, usando dados do Observatório de Raios-X Chandra, da Nasa, a agência espacial americana. O grupo de buracos negros de massa estelar, que pesam entre 5 a 30 vezes a massa do Sol, foram recentemente identificados dentro de 3 anos-luz – distância relativamente curta em escala cósmica – do buraco negro supermassivo no coração da Via Láctea, conhecido como Sagitário A*.

Estudos teóricos da dinâmica das estrelas nas galáxias indicam que uma grande ‘população’ de buracos negros de massa estelar – até 20 mil – poderia se reunir em torno de Sagitário A*. Essa recente análise, usando dados de Chandra, é a primeira evidência observacional dessa hipótese.

Um buraco negro, por si só, é invisível. No entanto, um buraco negro – ou estrela de nêutrons – preso à órbita de uma estrela ‘puxa’ gás de sua companheira – o que os astrônomos chamam de sistemas ‘binários de raios-X’. Esse material cai em um disco e aquece até milhões de graus e produz raios-X antes de desaparecer no buraco negro: alguns desses ‘binários de raios-X’ aparecem como fontes pontuais nesta imagem do Chandra, destacada pela Nasa.

Foto: Nasa /Chandra X-Ray Observatory

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Observações revelam evidências de milhares de buracos negros no coração da Via Láctea

Pelo menos 20 mil buracos negros foram identificados dentro de cerca de 3 anos-luz de distância de Sagitário A*.

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